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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Teoria da Cornagem: O ENDURECIMENTO DO OUTRO






O momento em que se vê o falo de outro homem a se erguer por causa da mulher da gente é mágico. È momento de orgulho: é a beleza de nossa mulher que está a endurecer aquilo tudo. De certa forma, é a NOSSA beleza que está a o fazer.
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Lembro que um rapaz de dezenove anos que arrumei para Aninha. Num lugar inusitado. Uma igreja, imaginem só. Pensava-e-não-pensava em ser padre. Cabelos pretos, magro e alto. Mas sua timidez tirava-lhe qualquer jeito de deus grego. Pensava que seria difícil. Ana me disse: esses santinhos são os mais safadinhos. E não é que estava certa? Viva ela!
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Nós o levamos ao Styllus, Ana adora as camas de lá, campeãs de macias. Garoto super tímido, levou pamparras de tempo só com a sunga branca. O menino criou coragem, tirou o calção. Para minha decepção estava só a meio-pau, literalmente. Aninha fez o tratamento especial, como ela diz, jogou a calcinha no teto, abriu as pernas, lindamente vulgar como eu adoro.
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E aconteceu a mágica: aquilo foi se erguendo. A princípio tímido, depois com força, depois arrogante e grosso, apontando sem educação nenhuma para minha mulher.
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Eu também estava duro e minha mão direita me aliviou enquanto via minha mulher dar um presente ao garoto.
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Beijos liberais, Ludwig